National Geographic Documentary Films | Release Date: August 19, 2022
7.8
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bertobellamyJan 17, 2023
In the first shot, an Uru-eu-wau-wau takes the camera lying on the floor capturing the hard labor of Amazonian jungle ants. The impersonal angle suddenly takes a very intimate one when we start seeing everything in first-person mode. ThisIn the first shot, an Uru-eu-wau-wau takes the camera lying on the floor capturing the hard labor of Amazonian jungle ants. The impersonal angle suddenly takes a very intimate one when we start seeing everything in first-person mode. This scene encompasses everything 'The Territory' stands for: giving the indigenous people the tools to protect what is theirs. Alex Pritz has done a remarkable job by giving the Uru-eu-wau-wau everything they need to document the invasion of their land, and not just equipment but knowledge. Maybe this sounds like a whole "white savior" affair, but Pritz is nowhere to be found; I learned about the process in Roger Deakins' podcast. But the most notable aspect of this work is how it listens to both sides, letting you know why the invaders desperately want to "colonize" new land. They're not portrayed as villains, but as normal people just trying to survive. Of course, Pritz captures their horrible path of destruction and the evil capitalist forces that take advantage of them. Making the land a commodity no matter the cost.

'The Territory' is a must-see documentary that will anger you and give you hope at the same time.
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8
alanpotter17Jan 16, 2023
Um documentário curto sobre a exploração em terras indígenas na Amazônia, visto pelas perspectivas de uma tribo de apenas algumas centenas de habitantes.
O filme tem uma montagem excepcional, mostrando em animação a localização da terra e de
Um documentário curto sobre a exploração em terras indígenas na Amazônia, visto pelas perspectivas de uma tribo de apenas algumas centenas de habitantes.
O filme tem uma montagem excepcional, mostrando em animação a localização da terra e de como está tomado pelos interesses da agroexportação. É um filme que não se acovarda em denunciar seus exploradores, e resgata inclusive fala do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, de extrema esquerda, em que ele defendia o interesse do grande capital.
Chega a ser um tanto quanto minimalista, mas sua duração de menos de uma hora e meia não o torna cansativo, é tudo muito visceral. Como morador brasileiro da amazônia e no meio das contradições a que o país vive, senti falta de um equilíbrio narrativo, pois o Brasil, enquanto país em desenvolvimento, vive o dilema que muitos países desenvolvidos já superaram, sobre exploração e desenvolvimento. O roteiro, ao romantizar a conservação, claramente opta por um lado, isso de maneira alguma é um problema, mas achei que poderia equilibrar mais com viés econômico e desenvolvimentista, tão necessário quanto.
No entanto, ao dar voz a povos que nunca a tiveram, o filme se engrandece de uma maneira inexplicável, ficamos completamente envolvidos àqueles personagens que estão em simbiose com a natureza, e isso já é bastante coisa. É um documentário bem feito, assertivo, não muito longo, e que cumpre bem seu papel de denúncia.
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