IFC Films | Release Date: July 29, 2022
5.8
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7
RMckayAug 13, 2022
Now THIS film should have been called 'Men', as opposed to Alex Garland's newest. What a let down that was. This well shot beguiling slowburn thriller will keep you way more engaged than the surface level tomfoolery of similar films, mostNow THIS film should have been called 'Men', as opposed to Alex Garland's newest. What a let down that was. This well shot beguiling slowburn thriller will keep you way more engaged than the surface level tomfoolery of similar films, most notably Alex Garland's 'Men', which in my opinion should have been titled 'Mess'. This films isn't going to burn your socks off, but it is DEFINITELY worth the watch - Tim Roth delivers as usual! What a fantastic cast with this one, a cast that you can believe. Happy to give this a 7. Expand
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7
alanpotter17Apr 10, 2023
Resurection até que começa muito bem, filmando o cotidiano da mãe da filha de forma satisfatória, sem aquelas típicas piadinhas que deixam os diálogos não naturais, é de uma ambientação e de um realismo acima da média. O problema é que oResurection até que começa muito bem, filmando o cotidiano da mãe da filha de forma satisfatória, sem aquelas típicas piadinhas que deixam os diálogos não naturais, é de uma ambientação e de um realismo acima da média. O problema é que o roteiro parte para o grotesco.
Deve-se dizer que é um filme para o feminismo contemporâneo, o que não é de maneira alguma um demérito. Margaret (Rebecca Hill) é a típica workaholic, desapegada, que costuma pegar seu colega de trabalho sem qualquer compromisso ou melodrama sobre o fato, tendo que lidar com a filha adolescente que, ao menos, o roteiro não forçou uma jovem chata, a filha está caracterizada num tom adequado para o filme.
Então, ao surgir um amor do passado e as relações que esta sombra pode esconder (com um filho morto), temos aqui a fuga de algo meticulosamente construído para um didatismo que pesa a mão e que não sabe voltar ao equilíbrio. É decepcionante ver toda aquela atmosfera sendo entregue a um suspense bem irregular, e para piorar os homens estão canastrão.
Bem, também não seria problema algum ter contornos surrealistas, mas aquilo que o "Bebê de rosemary" fizera com tanta maestria, aqui o roteiro precisa gritar e escancarar o perigo, seja em falas descrevendo o óbvio ou mesmo tornando a mulher uma louca varrida. Sim, isso ocorre, portanto, não é nada sutil essa mudança de arco narrativo, como se estivéssemos em dois filmes diferentes, para a vergonha e incredulidade de quem está a assistir.
Ao menos as interpretações são coesas, e o simbolismo, claro, tem muito a falar, compartilhando o ônus do parto e indo em busca de dar à luz ao seu verdadeiro eu, é como se às mulheres restasse sobreviver e viver para além do parto e da maternidade.
Tudo isso poderia muito bem ser desenvolvido da maneira como iniciara, de forma sutil, mais lírica. Veja o filme e verá que o diretor perdeu a mão e despirocou de vez, traduzindo em imagens de forma mais escrachada possível os anseios femininos.
O resultado pode até ter algo muito relevante a dizer, mas como cinema, essa falta de apuro só tornou o filme mediano mesmo, sem muito o que mostrar para além de tudo que já fora produzido sobre o tema.
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