Kino Lorber | Release Date: June 24, 2022
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Brent_MarchantSep 10, 2022
What’s one to do when caught between the fulfillment of personal achievement or taking a stand for a larger cause? What’s more, what’s one to do when the available choices are compounded by complications that make it difficult to decide andWhat’s one to do when caught between the fulfillment of personal achievement or taking a stand for a larger cause? What’s more, what’s one to do when the available choices are compounded by complications that make it difficult to decide and subsequently act? Such is the conundrum for a talented 15-year-old gymnast who’s the daughter of a Ukrainian mother and a Swiss father while she trains for the 2014 European Championships in Switzerland as the deadly Maidan Revolt rages in her homeland. Should she remain afar and continue with her training, or should she return to Ukraine to join the fight with her investigative journalist mother and activist best friend/former teammate? It’s a lot to consider for someone of any age, but, for a gifted adolescent, it’s an exceedingly exasperating choice, especially when she’s also forced to address the additional issues of jealous teammates, injury and deciding which country to devote her loyalty. Writer-director Elie Grappe’s debut feature walks a perilous, tension-filled tightrope in telling a taut, compelling story that successfully fuses the political thriller and sports drama genres, featuring a superb lead performance by former Ukrainian gymnast Anastasia Budiashkina. Admittedly, there are a few under-explained gaps in the narrative that detract from the flow of the story, and some of the atmospheric cinematography definitely could have been improved upon. However, when it comes to the elements that matter most, it’s easy to see how this offering captured the SACD Prize at the 2021 Cannes Critics’ Week and also earned nominations for the film festival’s Golden Camera Award and Critics’ Week Grand Prize. “Olga” may not have attracted a lot of attention in its initial theatrical release, but it should have and definitely deserves to now that it’s available for streaming. Give it a look – you won’t be disappointed. Expand
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alanpotter17Sep 26, 2022
Elie Grape, um cineasta com menos de 30 anos, conseguiu algo fantástico aqui: com um domínio absurdo dos seus (não) atores, filma o cotididiano de Olga, uma ginasta Ucraniana, com ares superrealistas, em vários momentos pensei se tratar de umElie Grape, um cineasta com menos de 30 anos, conseguiu algo fantástico aqui: com um domínio absurdo dos seus (não) atores, filma o cotididiano de Olga, uma ginasta Ucraniana, com ares superrealistas, em vários momentos pensei se tratar de um documentário mesmo, e da relação do esporte consegue dialogar com os regimes do leste europeu.
A mãe de Olga é uma jornalista, e o filme começa em 2013, no meio do que muitos historiadores consideram como a maior manifestação europeia da história (a favor da União Europeia e do livre comércio, no caso), e sofre um atentado no carro com sua filha, o que pode pôr em risco o futuro da ginasta. Por este motivo, Olga é levada para o país do pai dela (que morrera a esta altura), a Suíça, em cenas que marcam a força de vontade de Olga em vencer pelo esporte.
O filme, portanto, não é sobre superação individual ou qualquer coisa ligada ao individualismo e meritocracia de filmes de esporte. Ao manter contato com sua amiga ou nas videochamadas que faz com a mãe, fica clara a tensão que há na Ucrânica, transbordado por pequenas microtensões (Olga deve se naturalizar? Olga consegue se adaptar?). A dificuldade dela em fazer amigos é notória, bem como o conflito interno que há entre deixar a mãe no meio da tensão política para seguir sua carreira. A atuação contida de Anastasia Budiashkina é um prato cheio para captar o drama, com seu olhar perdido quando no meio das suas colegas de treino, ela nunca consegue fazer-se pertencer, mesmo sendo uma ginasta acima da média e que consegue altos pontos para a equipe, ela acaba se fechando em si, mas por dentro sabemos a explosão de sentimentos.
É um filme que merece ser visto pelo trabalho sensacional com os atores, por não apelar para maiores esclarecimentos fáceis e enviesados, por fazer de Olga um personagem universal, ao atravessá-la de dilemas que questionam seu futuro e a democracia dos países do leste. Com ar documental muito mais do que melodramático, este filme se tornou ainda mais relevante após os acontecimentos da guerra entre Rússia e Ucrânia, que em pleno 2022, ainda arrastam e ceifam muitas vidas inocentes. No meio disso tudo, quantos sonhos, quantos projetos e quantas histórias de vida não estão sendo contadas ou deixadas de contar?
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