Cinedigm Entertainment Group | Release Date: March 25, 2022
6.9
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JLuis_001Apr 22, 2022
The excuse to bring the characters together felt to me like it tried too hard to make contemporary audiences feel somehow more connected or identified with the unfolding events, but while 7 Days makes some compelling arguments, it's notThe excuse to bring the characters together felt to me like it tried too hard to make contemporary audiences feel somehow more connected or identified with the unfolding events, but while 7 Days makes some compelling arguments, it's not entirely convincing, and at some points it feels implausible, particularly in its conclusion which is somewhat difficult to genuinely buy, but at least the two main actors, especially Geraldine Viswanathan, manage to make it feel as natural as possible.

Overall 7 Days works enough to feel endearing, but after a while it fails to keep you entertained with what is basically the recollection of their monotony.
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6
alanpotter17Apr 9, 2023
O lado bom de "7 days" é poder ser um registro interessante sobre a época pandêmica, e do quanto nos vimos transformados pelas regras de isolamento. Fora isso, o filme mostra um casal demasiadamente sem graça, desinteressante mesmo, tendo queO lado bom de "7 days" é poder ser um registro interessante sobre a época pandêmica, e do quanto nos vimos transformados pelas regras de isolamento. Fora isso, o filme mostra um casal demasiadamente sem graça, desinteressante mesmo, tendo que conviver forçosamente no mesmo espaço.
Dizem que ao ir morar junto você acaba conhecendo de verdade seu parceiro. Aqui não é diferente, enquanto ele se faz de bom moço, e ela mais ainda, percebemos o quanto ela, na verdade, fingia ser alguém que não era. Ok, é possível discutir aqui i machismo estrutural e toda essa forçada de barra para a mulher assumir um papel que não lhe compete, mas nesse filme em particular o roteiro não apresentou nenhum nuance, como na cena em que o rapaz mal deu as costas e ela já estava entornando uma garrafa de cerveja, para logo em seguida ser pega em flagrante e, com isso, ir se desnudando aos poucos. Como em "A nuvem rosa", o filme passa grande parte da sua projeção sendo gravada em casa, e dentro desse espaço minúsculo os atores precisam extrair de si o que há de melhor nas interpretações, porque definitivamente não há nada memorável nos diálogos. Em parte isso é bom, pois fica a sensação de que são pessoas comuns, naturais, se conhecendo por descuido.
Quando ela pega COVID, ele resolve ficar para cuidar dela, até o momento em que ela precisa de um hospital para as coisas não saírem do controle. Ele, então, passa a sentir saudades dela, e vai nutrindo um sentimento de empatia que atropela os defeitos que porventura ela tenha. Tudo muito plastificado, claro, mas como os dois são pessoas bem tolas, até que passa o ar crível necessário.
Algumas tomadas mostram o ar robótico de ambos, como na cena em que se reencontram e ficam alguns segundos estáticos, a câmera girando em 360º na tentativa de captar uma genuína emoção. Tudo isso num intervalo de sete dias, sendo um período mais que suficiente para tentar convencer o espectador de que eles estão apaixonados, segundo os critérios estabelecidos pelos roteiristas.
Um fato positivo é que há algumas falas de casais falando quando tempo estão juntos, o que a meu ver ficou meio deslocado da história, embora fofo, afinal, não se trata do tempo em que persiste uma relação, mas da forma momentânea como iniciou, então a meu ver os vídeos ficaram seu um propósito, mais uma fórmula para tentar convencer aquela relação.
NO mais, é um filme sem muitas pretensões, até mesmo um pouco curto, que não pretende inventar a roda dos filmes de romance, mas que apenas exagera no seu poder de convencimento. Se ao menos sugerisse que o casal tentaria a relação sem saber ao certo se irá vingar, ficaria melhor, mas os vídeos mostrando relações duradouras, como já dito, destoou do mostrado e pareceu forçar a situação.
Então o que sobre é um retrato da pandemia, dos efeitos do isolamento e de um filme bobinho, com personagens muito pouco inspirados para ter alguma relevância.
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